Atividades Escolares – Paula Musique https://paulamusique.com Um som diferente para sua vida Mon, 27 Apr 2020 04:28:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.14 O Comportamento do Consumidor de Música no Brasil https://paulamusique.com/comportamento-do-consumidor-de-musica/ https://paulamusique.com/comportamento-do-consumidor-de-musica/#comments Sun, 09 Feb 2020 04:26:25 +0000 https://paulamusique.com/?p=8027 Penso que precisamos de mais pesquisas e trabalhos científicos voltados para a compreensão da indústria e da cultura da música no Brasil. Afinal, qual é o gênero mais ouvido pelo consumidor de música brasileiro? – por Paula Musique – (Se você é professor de Educação Artística ou de Música na escola, sugiro que leve este debate para a sala de aula. Você pode pedir que os alunos leiam este texto para conversar na semana...

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Penso que precisamos de mais pesquisas e trabalhos científicos voltados para a compreensão da indústria e da cultura da música no Brasil. Afinal, qual é o gênero mais ouvido pelo consumidor de música brasileiro?

– por Paula Musique –

(Se você é professor de Educação Artística ou de Música na escola, sugiro que leve este debate para a sala de aula.
Você pode pedir que os alunos leiam este texto para conversar na semana seguinte)

PESQUISAS SOBRE O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR DE MÚSICA NO BRASIL


Há pouco material para ser utilizado como referência estatística. E dentre o que temos, até que ponto os dados são confiáveis? A amostra utilizada na pesquisa é relevante para o tema trabalhado?

Tanto em palestras da universidade e festivais de música & empreendedorismo, como em artigos de revistas ou listas de músicas mais ouvidas nas rádios ou serviços de streaming, há uma diferença considerável quanto aos gêneros musicais mais tocados. Há quem diga que funk e sertanejo estão no topo da lista, porém outras pesquisas dizem que pop, MPB e sertanejo são os que lideram. Ao menos um gênero se destaca em todas as pesquisas: o SERTANEJO. E isto me faz concluir que realmente este é um dos dois gêneros mais consumidos no Brasil (e não é apenas uma impressão que eu e outras pessoas têm). Mas qual seria o outro? Funk, pop ou MPB? Parece-me que ninguém sabe responder esta dúvida. E não julgo. Não é fácil obter esta resposta.

Entretanto, por exemplo, é mais simples conseguir dados referentes a:
– quais os gêneros mais ouvidos pela classe E na rádio?
– quais os gêneros mais ouvidos pela classe A na internet?
– quais os gêneros mais ouvidos na rádio e na internet pelos moradores de Florianópolis?

Conduzir uma pesquisa para responder “qual o gênero mais ouvido no Brasil” é um desafio, por isso, fragmentar a pergunta facilita a coleta e análise de dados.

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Leia: A importância da leitura de partitura
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COMO É O CONSUMIDOR DE MÚSICA NO BRASIL


Imagino que você também tenha muitos questionamentos quanto ao comportamento do consumidor de música no Brasil. Para apresentar aos poucos o Movimento Música Nobre, temos que compreender mais sobre a realidade de mercado e da cultura da música em nosso país, como escrevi no meu último artigo.

Por isso, vou compartilhar algumas pesquisas por aqui de vez em quando. Vamos começar com esta da Opinion Box e, em breve, irei divulgar uma do SEBRAE.

Esta pesquisa se chama “Pesquisa Comportamento do Consumidor: MÚSICA” e foi realizada em março de 2019, com 2.040 respondentes, de todas as regiões do Brasil, online, com o painel de consumidores cadastrados na plataforma da Opinion Box – fato este que interfere diretamente nos resultados da pesquisa, pois não sei de que forma eles conseguiram registrar pessoas da Classe Social E e não fica claro qual a porcentagem de participantes desta Classe, visto que eles colocam as Classes C, D e E juntas no mesmo “bolo”.

A pirâmide do aprendizado
Como fazer um plano de ensino impecável
Teste seus conhecimentos em História da Música

 

pesquisa consumidor música option box

Fonte: opinionbox.com

Entretanto, é importante conhecermos os dados, mesmo que esta pesquisa não represente coerentemente o perfil do consumidor de música no Brasil.

Vale mencionar que a Opinion Box tem centenas de clientes, vários de muito peso, que já encomendaram pesquisas diversas e foi eleita pelas grandes empresas a startup mais atraente de Marketing de 2018.

Você poderá conferir a pesquisa na íntegra ao fim do texto.

ALGUNS DESTAQUES DA PESQUISA


Esta pesquisa avaliou o comportamento do consumidor brasileiro, abordando o mercado da música. Alguns destaques da pesquisa:

  • Quase 80% das pessoas ouvem música todos os dias, ou seja, nosso povo brasileiro gosta mesmo de música – uma boa notícia para nós que trabalhamos com isto.

 

  • Os estilos musicais preferidos são o pop, o sertanejo e a MPB.
    (E esta questão me deixou com a “pulga atrás da orelha”, pois, pelo menos pelo senso comum, sabemos que a música clássica está longe de ser um dos estilos favoritos no Brasil e mais ouvida que o funk. Quando vi este infográfico pensei: “uau, este é o Brasil que eu quero! Mas isto está longe de ser uma realidade.)

    pesquisa consumidor música option box

    Fonte: opinionbox.com

     

  • O meio mais utilizado para se ouvir música são os aparelhos celulares. O rádio já não está no topo da lista, mas ainda é usado por boa parte do público.

 

  • Interessante observar que 2% dos respondentes usam vinil, ou seja, isto corresponde a 40 pessoas que investem neste tipo de mídia – parece uma porcentagem baixa, mas é uma oportunidade de mercado, pois o público que adquire vinil investe alto em cada exemplar, por isso muitos artistas estão produzindo vinis novamente.

 

  • A maioria das pessoas escuta música arrumando a casa (71%).

 

  • Mais de 60% dos respondentes afirmam não viver sem música e mais de 70% são como eu (e talvez como você?): ouvem repetidamente aquela música nova que gostam até cansar.

 

pesquisa consumidor música option box

Fonte: opinionbox.com

 

  • Entretanto, apenas 40% das pessoas apoiam diretamente os artistas comprando músicas ou frequentando shows – isto é algo que o Movimento Música Nobre tem como objetivo: conscientizar o público sobre o apoio financeiro necessário aos artistas que não recebem investimentos da indústria.

 

  • 71% das pessoas fazem download de música, porém apenas 14% pagam por isto.

Outros aspectos foram considerados na pesquisa, então recomendo que você confira a pesquisa na íntegra aqui.

Questões curiosas que me surgiram ao analisar os infográficos:

– dentre as pessoas que escutam música o dia inteiro, onde escutam e quais gêneros?
– dentre as pessoas de classe E, quais os gêneros musicais mais ouvidos? Estas pessoas sabem identificar gêneros como jazz, blues e chorinho, por exemplo?
– a classe A utiliza serviços pagos para escutar música?

Nesta pesquisa da Opinion Box, se eles cruzassem dados das diversas perguntas feitas, seria possível resolver estas questões acima.

Se você é pesquisador, professor ou universitário, sugiro que pense na possibilidade de realizar estudos e pesquisas mais detalhadas sobre os temas abordados neste trabalho apresentado. Precisamos.

Confira a pesquisa na íntegra aqui.

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Se você é professor de Educação Artística ou de Música na escola, sugiro que leve este debate para a sala de aula.
Você pode pedir que os alunos leiam este texto para conversar na semana seguinte.

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QUAL É A SUA OPINIÃO?


Fique à vontade para comentar os resultados da pesquisa.

+ Leia: A importância da leitura de partitura
Divirta-se com as pérolas dos vestibulares de Música
Aprenda a ler partituras com exercícios automatizados
A valorização da música coral
Performances favoritas de música coral
Música coral no cinema

O MELHOR LIVRO DE TEORIA MUSICAL

Apresento o meu livro FAVORITO de Teoria Musical – de todos que já li (amo o tema) este é o melhor. Para quem quer entender tudo de teoria, ser expert em leitura de partitura, conhecendo o nome de todos os símbolos musicais e para que servem, este é o clássico da Teoria da Música, escrito pelo tcheco Bohumil Med – o mais completo compêndio escrito em português. Por isto é o IDEAL PARA VESTIBULANDOS do curso de Música.

Li por inteiro pela primeira vez quando era ainda adolescente (enchi o meu de marcações e grifos) e é o livro-base que utilizo para lecionar leitura musical. É muito detalhado e didático. Excelente para iniciantes que querem começar na música com o pé direito e também para músicos profissionais e professores que querem se aperfeiçoar, compreendendo as particularidades da mais bela de todas as artes: a Música!

Resumindo:
É o livro NÚMERO 1 DA TEORIA DA MÚSICA.
Se você pode comprar apenas um livro de teoria, deve ser este.
Conteúdo: Tudo sobre teoria da música, em detalhes, de forma muito didática e com exercícios simples para fixar o assunto.
Para quem é: iniciantes na Música, músicos profissionais, professores e VESTIBULANDOS!
Detalhes sobre o livro: a 5a edição é de 2017, tem 621g e “apenas” 399 páginas de pura magia musical.
Recomendações: Ler com muita atenção, ao som de boa música (recomendo jazz ou erudito) e tomando sua bebidinha favorita.
Exercícios: Para acompanhar o livro de teoria, você pode adquirir o volume que vem cheinho de exercícios COM GABARITO para você fixar o conteúdo que estudou ou para usar como atividades para seus alunos de música.

 

Teoria da Música. Vademecum da Teoria Musical

Teoria da Música. Livro de Exercícios

*Se você comprar pelo meu link, o preço será exatamente o mesmo e eu ganho uma comissãozinha. Ebaaa!

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O Mercado e a Cultura da Música no Brasil https://paulamusique.com/mercado-e-cultura-da-musica-no-brasil/ https://paulamusique.com/mercado-e-cultura-da-musica-no-brasil/#comments Sun, 19 Jan 2020 02:53:00 +0000 http://paulamusique.com/?p=7425 Saiba que não é apenas no Brasil que milhões de pessoas reclamam da produção musical dos últimos anos. Outros países percebem uma grande mudança no cenário musical – para pior. Por que esta insatisfação com a cultura da música? Qual é o tipo de música mais consumida no Brasil e no mundo? Que tipo de artista vende mais? Por que nas décadas passadas se cantava mais a esperança, um futuro melhor, o amor verdadeiro...

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Saiba que não é apenas no Brasil que milhões de pessoas reclamam da produção musical dos últimos anos. Outros países percebem uma grande mudança no cenário musical – para pior. Por que esta insatisfação com a cultura da música? Qual é o tipo de música mais consumida no Brasil e no mundo? Que tipo de artista vende mais?

Por que nas décadas passadas se cantava mais a esperança, um futuro melhor, o amor verdadeiro e eterno, a gentileza de ajudar o próximo, a insatisfação política ou o patriotismo? Quais seriam as influências históricas que abalaram a cena musical? Será que o cenário musical no Brasil precisa de mudanças? Se sim, quais? Se não, por quê?

(Se você é professor de Educação Artística ou de Música na escola, sugiro que leve este debate para a sala de aula.
Você pode pedir que os alunos leiam este texto para conversar na semana seguinte)

– por Paula Musique –

Foto: Reprodução

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Você está satisfeito com o MERCADO E A CULTURA DA MÚSICA NO BRASIL?


Se não está, será que você pode fazer algo para transformar este cenário? Ficar parado reclamando resolve algo? Historicamente, percebe-se que mudanças positivas não aconteceram do dia para a noite. Não foi por mágica, mas sim por iniciativa de um grupo consistente que sabia onde queria chegar.

“A vida não tem controle remoto. Você tem que levantar e mudar”

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Impossível transformarmos o cenário?


Há diversos caminhos para mudarmos o mercado e a cultura, mas é preciso um esforço CONJUNTO, CONSCIENTE e com muito ENGAJAMENTO. Leva tempo.

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“Não dá pra fazer nada. A indústria oferece o que as pessoas querem ouvir”


Deixe-me perguntar algo: e se as pessoas escutam o que escutam porque não foram cuidadosamente apresentadas a outras opções?

Os brasileiros precisam conhecer e entender possibilidades musicais que vão além do que a mídia recomenda.

A cultura da música afeta a indústria ou é a indústria que afeta a cultura da música?

Os brasileiros precisam conhecer músicos que estudam muito e apresentam um trabalho diferenciado, digno de muitos likes, compartilhamentos e ingressos vendidos; mas a maioria do povo não conhece porque nunca teve a oportunidade de ver/ouvir ou, quando tem oportunidade de ver/ouvir não se interessa, pois não entende o que se passa ali.

Carta aos maestros e coralistas do Brasil
Teste sobre história da música
Os benefícios do canto coral
Tipos de Coral (ou Coro)

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É difícil gostarmos do que não entendemos


Isto mesmo. Lembre dos tempos de escola: quais matérias você gostava e quais matérias detestava? Tenho quase certeza que você não curtia as disciplinas que não entendia bem – e às vezes, para atrapalhar ainda mais, o professor não-era-lá-aquelas-coisas.

É difícil gostarmos do que não entendemos.
Imagine uma pessoa que vai ao concerto de uma grande orquestra e:
– não sabe o nome dos instrumentos;
– não conhece os sons deles individualmente;
– não entende nenhum gesto do maestro; e
– não consegue perceber as diferenças entre uma obra de Mozart e uma de Stravinsky

Ou esta pessoa da plateia é uma exceção e gosta de tudo o que vê, fica encantado com o que escuta e não vê a hora de chegar em casa para googlear todas as dúvidas e achar respostas OU é uma pessoa comum que acha tudo chato, não entende nada daquilo e não vê a hora de sair dali para sintonizar na estação de rádio favorita e ouvir as músicas que ele entende.

Imagine uma pessoa que vai para um show de jazz e:
– também não entende quais são alguns daqueles instrumentos;
– não sabe o que é improvisação; e
– nunca ouviu falar nada sobre o jazz

Nós curtimos mais o que conhecemos e entendemos. Dizem que é por isso que em festas – de casamento ou de formatura, por exemplo -, quando as pessoas querem celebrar e se divertir, é quase que proibido tocar uma música autoral, pois todos querem ouvir os hits, as músicas que marcaram épocas.

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Foto: Pexels

É complicado valorizarmos um trabalho desconhecido


É complicado valorizarmos algo que nem sabemos quanto trabalho foi necessário para chegar àquele resultado.

Se você é pianista, você sabe quanto tempo levou para deixar aquelas cadências do Liszt bem afiadas. Só você sabe quantas vezes teve de repetir, coinscientemente, compasso por compasso dos estudos de Chopin. E quanto tempo levou para decorar alguma sonata de Beethoven com mais de 20 páginas? O público leigo nem imagina quão minucioso é o estudo do piano erudito e quantos detalhes temos de aprimorar até acharmos que está “pronta” para um recital. Será que eles sabem que há peças que levam 50h, 100h, 300h de estudo? Fica muito mais impressionante e emocionante assistir Martha Argerich tocando quando entendemos estes fatores.

Se você é violinista, você sabe quanto tempo levou para preparar os Caprichos de Paganini. Você sabe que um belo vibrato não surgiu do nada. Será que o público leigo já se deu conta de que o violino não tem casas como o violão, nem botões como o trompete e nem teclas como o piano? Será que eles sabem que para você acertar com precisão cada nota, principalmente em longas sequências de graus disjuntos, você teve que praticar exaustivamente?
Fica muito mais impressionante e emocionante assistir Sarah Chang ou David Garrett tocando quando entendemos estes fatores.

Conselhos sobre a saúde do pianista
30 Perguntas Intrigantes para se Perguntar Todos os Dias
Faça o teste sobre Instrumentos Musicais
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Uma nova realidade para a música no Brasil


Se todos os produtores, instrumentistas, cantores, maestros, professores de música e compositores se unirem, podemos sim, criar uma nova realidade para a música no Brasil: com um cenário onde mais gêneros musicais são valorizados e compreendidos. Podemos dar um novo rumo ao mercado e a cultura musical em nosso país. E vamos pensar mais além? Podemos influenciar o mundo com este movimento. Não precisamos ser o país que copia tudo de todos. Temos todo o potencial para sermos influenciadores, SIM! Ainda mais através da internet, um local quase que dominado por brasileiros. 

Você quer um Brasil onde há mais espaço e interesse por ÓPERA, CHORO, ROCK, JAZZ, BLUES, GOSPEL; onde há mais pessoas interessadas em aprender VIOLINO, PIANO, TROMPETE, SAX, VIOLA CAIPIRA, UKULELE, PERCUSSÃO; mais cantores que sabem ler partitura e solfejar; mais atenção da indústria da música e mais recursos do governo para músicos, maestros e professores que são competentes no que fazem?

Se cada músico fizer um pouco de movimento, juntos faremos uma grande movimentação.

Entretanto, acredito que deveria haver espaço para todas as manifestações culturais – e ainda mais àquelas que são educativas e inspiram o bem.

Ainda há esperança, sim; e somos nós, os insatisfeitos, que podemos transformar o presente, alterando assim o futuro.

Tenho minhas respostas prontas a estas perguntas, mas quero, primeiramente, saber o que vocês pensam. Este texto se propõe a fazer uma análise básica e trazer questões para você pensar.

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Se você é professor de Educação Artística ou de Música na escola, sugiro que leve este debate para a sala de aula.
Você pode pedir que os alunos leiam este texto para conversar na semana seguinte.

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QUAL É A SUA OPINIÃO?


Há muitas questões que foram levantadas neste texto. Fique à vontade para responder quantas vocês quiser.

+ Leia: A importância da leitura de partitura
Divirta-se com as pérolas dos vestibulares de Música
Aprenda a ler partituras com exercícios automatizados
A valorização da música coral
Performances favoritas de música coral
Música coral no cinema

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Atividades Divertidas de Ensino-Aprendizagem com Foco no ‘Ensinar é Aprender’ https://paulamusique.com/atividades-de-ensino-aprendizagem/ https://paulamusique.com/atividades-de-ensino-aprendizagem/#comments Wed, 27 Dec 2017 13:00:19 +0000 http://paulamusique.com/?p=5003 – por Paula Musique – Já publicamos aqui no blogue um texto sobre A Pirâmide do Aprendizado, mostrando que ENSINAR É APRENDER e que os métodos para melhor retenção de conhecimento, para a maioria das pessoas, são os métodos participativos, ou seja, aqueles em que: -você ensina o conteúdo que deseja absorver; -você põe em prática o que aprendeu; ou -você discute com outros o tema em estudo. Neste post sugerimos algumas atividades para...

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– por Paula Musique –

Já publicamos aqui no blogue um texto sobre A Pirâmide do Aprendizado, mostrando que ENSINAR É APRENDER e que os métodos para melhor retenção de conhecimento, para a maioria das pessoas, são os métodos participativos, ou seja, aqueles em que:

-você ensina o conteúdo que deseja absorver;
-você põe em prática o que aprendeu; ou
-você discute com outros o tema em estudo.

Neste post sugerimos algumas atividades para você realizar, objetivando aumentar seu nível de retenção do conteúdo que você quer aprender. Confira, a seguir.

— SE VOCÊ É ESTUDANTE (INCLUINDO OS VESTIBULANDOS E CONCURSEIROS)

1. Desenvolva um GRUPO DE REFORÇO
Se você está no colégio, universidade ou num cursinho específico – seja um pré-vestibular, um preparatório para concurso público ou escola de idiomas-, tome a iniciativa de criar um grupo de reforço, onde você irá ensinar seus colegas e seus colegas ensinarão você e os demais.

Qual é o conteúdo que você domina? Marque encontros periódicos, presenciais ou não com o grupo e coloque a mão na massa. Redija resumos para distribuir pros colegas, prepare apresentações com slides, crie macetes e desenhe, se necessário. Não seja o professor que você gostaria de ser, seja o professor que você gostaria de ter.

Quando você já sabe bastante sobre um tema, o fato de ter de explicar para outros e responder às perguntas deles faz com que você consolide seus conhecimentos, fazendo com que a ‘decoreba’ dê lugar ao verdadeiro aprendizado, ou seja, você não memorizou definições, você realmente entendeu.

“A decoreba é como a paixão, ela passa e você esquece; o verdadeiro aprendizado é como o amor, ele fica para sempre” – Paula Musique

Historinha: Quando eu estava no ensino médio, minha “panelinha” era formada por CDFs da turma, então, no terceirão decidimos criar um grupo de reforço para estudarmos com nossos amigos, no semestre que antecedia o tão esperado vestibular. Conversamos com o diretor e o projeto foi aprovado. Ele inclusive cedeu uma sala especial para nosso grupo e sugeriu que incluíssemos nas aulas não somente nossa turma, mas também a outra turma do terceirão. Nossas aulas normais eram pela manhã, e durante à tarde, tínhamos o grupo de reforço na sala especial. Cada um de nós da “panelinha” – não sei qual o termo usado pela nova geração. Ainda usam panelinha, patotinha? Ou é gangue e coisas do gênero? Tô por fora. Haha. Voltemos. Cada um de nós da “panelinha” ensinava as matérias na qual nos destacávamos. Era muito divertido. Tenho boas lembranças daquela época, e até guardo um cartão de agradecimentos que nossos colegas escreveram para mim. Penso que podemos compartilhar o que temos de bom com os outros – faz bem para eles e para nós mesmos.

2. Marque encontros para o DEBATE POLÊMICO
Esta atividade é imprescindível para você desenvolver técnicas de persuasão e ampliar sua lista de argumentos quanto a diversos temas. É uma ferramenta excelente para preparar você para provas de redação, mas exige planejamento. Quando você organizar os encontros com seus colegas, você pode anunciar antecipadamente quais serão os temas polêmicos a serem debatidos ou pode avisar que os temas serão divulgados no encontro. No dia do encontro você sorteia quem será contra ou a favor do tema em questão, por exemplo: maioridade penal, ideologia de gênero ensinada para crianças, pena de morte, prisão perpétua para políticos corruptos, aborto, descriminalização do uso da maconha, vida inteligente fora da Terra, cotas raciais, etc.

3. Tenha seu DIA DE HOLLYWOOD
Esta atividade é muito divertida para trabalhar a dois ou com mais pessoas.

– o aluno vira professor
O aluno atua como professor se apresentando diante da turma (que pode ser o grupo de reforço com seus colegas) e ensina um tema que pode ser sorteado na hora ou que pode ser avisado com antecedência e os colegas na plateia fazem perguntas durante ou após a explicação.

Historinha A: No Curso de Piano que leciono, faço esta atividade da seguinte maneira: sento ao piano e meu aluno senta na cadeira do professor. Ele vai me dizer tudo o que tenho que tocar durante a aula e eu, intencionalmente, erro ou acerto e ele tem que me corrigir e mostrar como devo fazer. Ele também me faz perguntas sobre Teoria ou História da Música e eu dou respostas certas ou bizarras para rirmos e fixarmos conteúdo.

Historinha B: No Curso de Leitura Musical que leciono para jovens e adultos, faço esta atividade da seguinte maneira: aviso com antecedência quais os elementos musicais que precisam ser revisados e no dia da aula no momento da atividade, preparo papéis com o nome de todos os alunos, anuncio o elemento musical que será ensinado e tiro de uma caixa de sorteio o nome de um aluno que irá ao quadro desenhar e explicar a função daquele elemento ou assunto que pode ser: clave de fá, staccato, suspensão, ritornello, a colcheia e suas partes, escala melódica de lá menor, cadência plagal, dentre outros.

4. Seja um COMPOSITOR
Escreva paródias, ou seja, escolha músicas famosas e troque a letra original por uma letra criada por você e que seja sobre o conteúdo que você esteja estudando. Você pode usar nosso BANCO DE RIMAS, no www.bancoderimas.com, para auxiliá-lo em suas criações.

Historinha C: Como já contei no post sobre a Pirâmide do Aprendizado, já cantei sobre lisossomos e mitocôndrias, sobre a Revolução Industrial e doação sanguínea. Até a Macabéa (pobrezinha!) d’A Hora da Estrela de Clarice Lispector foi musicada – tudo no ensino médio. Já na universidade, coloquei meus amigos a cantar e dançar comigo na apresentação de seminários sobre inovação, empreendedorismo, motivação, dentre outros.
Época divertida! Dizem que quando o aprendizado está vinculado à diversão, a retenção é muito maior.

“Não seja o professor que você gostaria de ser, seja o professor que você gostaria de ter” – Paula Musique

— SE VOCÊ É PROFESSOR
Você pode organizar todas estas atividades mencionadas anteriormente com seus alunos e pode adicionar estas duas no tópico “Tenha seu DIA DE HOLLYWOOD”:

Foto: Reprodução

– esquete verdadeiro ou falso
Um grupo de alunos prepara cenas curtas referentes a um assunto que está sendo estudado e após a representação, a plateia diz se o fato encenado é falso ou verdadeiro. Se for falso, tem que dizer o porquê. Exemplo: uma cena em que Tiradentes se apresenta, mas fala frases da Princesa Isabel; ou uma cena em que os Ribossomos se apresentam, mas dizem sua função incorretamente, trocando com a de outra organela citoplasmática. As possibilidades são infinitas e aqui vale muito a criatividade que fará com que os alunos fixem o conteúdo mostrado deste modo inventivo.

Foto: Reprodução

– esquete verdade ou consequência
É uma variação da opção acima. Alguns alunos atuam e escolhem um aluno da plateia para dizer se o fato é verdadeiro ou não e se o aluno errar, a sala inteira paga uma consequência.

– – –
Perceba que em todas as ideias abordadas você está ensinando, direta ou indiretamente. Lembre-se que métodos participativos são os mais marcantes na vida do estudante e mais eficientes no processo de ensino-aprendizagem. Que as historinhas inspirem você.

Se você ainda não leu sobre a Pirâmide do Aprendizado, a hora é agora. Clique aqui.

– – –
Vamos conversar.
Se você realizar alguma destas atividades, por favor, não deixe de me contar como foi. Qual é a atividade participativa que você mais gosta?
Você tem alguma sugestão de atividade para compartilhar conosco?

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