Biografia – Paula Musique https://paulamusique.com Um som diferente para sua vida Fri, 26 May 2023 02:57:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.14 Parta III da Relação Conturbada de Elvis Presley e o Empresário Tom Parker https://paulamusique.com/elvis-e-o-empresario/ https://paulamusique.com/elvis-e-o-empresario/#respond Mon, 12 Jun 2023 16:01:53 +0000 https://paulamusique.com/?p=10099 O Coronel Tom Parker teve uma influência significativa na carreira de Elvis, mas também foi criticado por muitos exageros. Conheça a história de Elvis Presley e o empresário. – por Paula Musique Para conhecer mais sobre o rei do rock, leia a parte 1 e a parte 2. Agora, continue a acompanhar a vida conturbada do memorável Elvis. Enquanto você lê, pergunte-se até que ponto vale a pena tanta fama e dinheiro. + Leia:...

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O Coronel Tom Parker teve uma influência significativa na carreira de Elvis, mas também foi criticado por muitos exageros. Conheça a história de Elvis Presley e o empresário.

Foto: Reprodução (Elvis e Tom Parker)

– por Paula Musique

Para conhecer mais sobre o rei do rock, leia a parte 1 e a parte 2. Agora, continue a acompanhar a vida conturbada do memorável Elvis. Enquanto você lê, pergunte-se até que ponto vale a pena tanta fama e dinheiro.

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7. Enjaulado em Las Vegas

Em vez de viajar para reaquecer a carreira, após o especial na TV – uma performance que foi ao ar em 3 de dezembro de 1968 e o levou a tocar para seu primeiro público ao vivo em sete anos -, o empresário Tom Parker procurou e encontrou uma opção lucrativa em Las Vegas para seu “cofrinho-cantante”.

Parker ignorou os convites para turnê no exterior, temendo problemas com o Departamento de Imigração dos Estados Unidos, já que ele era um imigrante ilegal, vindo da Holanda, conforme explicado na Parte II da biografia de Elvis.

Em 1969, Presley foi para Las Vegas para começar a se apresentar no recém-inaugurado International Hotel, que ficou conhecido como Las Vegas Hilton em 1971. Entre 1969 e sua morte em 16 de agosto de 1977, Elvis fez mais de 600 shows no Hilton.

O cantor estava ganhando muito dinheiro com os shows em Las Vegas, mas ele os achava artisticamente chatos e passou a se ressentir de Las Vegas.

8. As dívidas do Coronel

Parker manteve Elvis se apresentando sem parar em Las Vegas para pagar suas dívidas de jogo, que já somavam US$ 30 milhões apenas no Hilton, em 1977. Fala sério!

9. Tom Parker e a saúde de Elvis

Enquanto o empresário Tom Parker continuava se aproveitando de Presley, a saúde do cantor piorou, pois ele se tornou dependente de medicamentos prescritos para mantê-lo no palco e colocá-lo para dormir à noite.

Há especulações de que Parker pode ter influenciado a saúde de Elvis de maneira negativa, permitindo ou até mesmo incentivando seu abuso de drogas. O empresário Alguns acreditam que Parker estava mais interessado em manter Elvis trabalhando e ganhando dinheiro do que em sua saúde e bem-estar.

10. Traição financeira do empresário Tom Parker

Como se não bastasse, em 1973, o Coronel cometeu a traição final, vendendo todo o catálogo de Presley para a RCA por apenas US$ 5,4 milhões – uma desvalorização grosseira para um dos catálogos mais substanciais da história da música.

Retirados os impostos, Elvis viu apenas cerca de US $ 2 milhões deste montante, do qual a maior parte foi para o acordo de divórcio com sua ex-esposa Priscilla.

Foto: Reprodução (Elvis e Tom Parker)

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11. Problemas de Parker com a Justiça

O acordo de Parker significava que Presley não receberia royalties sobre nenhuma de suas canções gravadas antes de 1973. Que loucura! Sr. Coronel muito sem noção!

Após a morte da estrela, a Elvis Presley Enterprises processou Parker por má administração, usando este acordo como prova. O caso foi resolvido fora do tribunal em 1983 e, em troca de US$ 2 milhões, Parker teve que abrir mão de todas as gravações de vídeo e áudio de Presley e desistir de seus ganhos em todos os materiais relacionados a Presley pelos próximos cinco anos.

12. O esfriamento entre Elvis & Parker

A venda do catálogo foi a gota d’água, um balde de água fria no relação de negócios de Elvis & Parker.

De 1973 até sua morte, o roqueiro teve pouco contato direto com seu empresário e viveu o resto de seus dias como uma pessoa deprimida e viciada em drogas. Lamentável!

[Nota minha: fama e dinheiro vêm com um preço que, geralmente, é muito alto – principalmente para aqueles que conheceram o caminho da Verdade e optaram, deliberadamente, pelo mais tentador. Algo similar aconteceu com a brilhante cantora Whitney Houston.]

13. Agenda pesada no hotel de Vegas

Apesar da condição claramente ruim de Elvis, ele manteve uma agenda exaustiva de shows em Las Vegas e na estrada.

O empresário Tom Parker certamente ignorava os visíveis problemas de saúde da estrela do rock.

Foto: elvis.com

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Ainda em maio de 1977, ele viu o cantor quase inconsciente nos bastidores, antes de um show em Louisville, Kentucky (esta cena é retratada no filma “Elvis”, mencionado a seguir).

De acordo com Larry Geller, cabeleireiro pessoal de Presley, Parker viu o médico do cantor administrando-lhe remédios e mergulhando sua cabeça em água gelada para prepará-lo para a apresentação.

Entretanto, o Coronel não tinha interesse na saúde do Elvis. “Você me ouça!” – Parker teria gritado; “A única coisa que importa é que ele esteja no palco esta noite! Nada mais importa”!

Três meses depois, o astro Elvis Presley estava morto, mais precisamente em 16 de agosto de 1977.

14. O filme “Elvis” e o foco na relação com o empresário Tom Parker

Filme lançado em 2022 e estrelado por Austin Butler, no papel de Elvis, e Tom Hanks, como o empresário Tom Parker, aborda a relação de negócios vivida pelo dois por mais de 20 anos. Nem tudo no filme é verídico, mas vale a pena conferir!

O filme foi indicado ao Oscar em oito categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (para Butler), Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Maquiagem & Penteado, Melhor Direção de Arte e Melhor Som. No entanto, a Academia “ignorou” o filme – que não levou nem uma estatueta para casa.

No entanto, Butler ganhou o prêmio de Melhor Ator em Filme Dramático, no Globo de Ouro.

Assista ao trailer do filme:

Você assistiu ao filme Elvis? O que achou da relação de Presley e o empresário? Até que ponto você deixaria o seu empresário dominar você?
Você é do tipo que lê até as letras miúdas de contratos? Ou você simplesmente assina, sem questionamentos?

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Elvis Presley e o Empresário Tom Parker: fatos intrigantes (parte II) https://paulamusique.com/elvis-presley-e-o-empresario-tom-parker/ https://paulamusique.com/elvis-presley-e-o-empresario-tom-parker/#respond Thu, 01 Jun 2023 16:15:39 +0000 https://paulamusique.com/?p=9966 Elvis Presley foi um dos maiores ícones da cultura popular do século XX. Conhecido por seu estilo musical inovador e pelas polêmicas que causou, sua vida foi marcada por muito sucesso e algumas turbulências. Após publicar o post Fatos intrigantes sobre Elvis Presley: o rei do rock’n’roll – parte I, retorno hoje com a parte II, repleta de curiosidades sobre Elvis e a relação com seu empresário: Tom Parker. – por Paula Musique –...

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Elvis Presley foi um dos maiores ícones da cultura popular do século XX. Conhecido por seu estilo musical inovador e pelas polêmicas que causou, sua vida foi marcada por muito sucesso e algumas turbulências. Após publicar o post Fatos intrigantes sobre Elvis Presley: o rei do rock’n’roll – parte I, retorno hoje com a parte II, repleta de curiosidades sobre Elvis e a relação com seu empresário: Tom Parker.

Foto: Reprodução (Elvis e Tom Parker)

– por Paula Musique –

Cantores que Cresceram na Igreja
Manifesto dos Líderes de Música de Igrejas
Dicas de Organização para Músicos

Você sabia que relação entre Elvis Presley e seu empresário, o Coronel Tom Parker, é vista como uma das mais controversas e complicadas da história da música popular? Conheça alguns fatos intrigantes sobre o assunto:

1. Elvis como fonte de lucro

O empresário Tom Parker conheceu Elvis Presley em 1955, quando o artista tinha apenas 20 anos de idade. No mesmo ano, Parker conquistou para Elvis seu primeiro contrato com uma gravadora gigante e ficou uma grande parte dos lucros.

Durante toda a carreira da estrela do rock’n’roll, o Coronel manteve este “hábito” ganancioso como responsável por negociar as aparições na TV, os shows e todo o merchandising do cantor.

A fama de Presley teve um preço, com Parker recebendo até 50% dos ganhos do cantor, enquanto a maioria dos agentes recebia de 10 a 15%.

2. A personalidade do empresário Tom Parker

O Coronel Tom Parker teve uma influência significativa na carreira de Elvis, mas também foi criticado por muitos por ser exageradamente controlador e ter uma abordagem financeira agressiva e ousada, além de ser viciado em apostas.

Foto: Reprodução (Elvis e Parker)

3. Carreira com limitações

Parker também foi criticado por limitar a carreira cinematográfica de Elvis a filmes pouco desafiadores e mal escritos. Dizem que ele estava mais interessado em ganhar dinheiro com a carreira de Elvis do que em permitir que ele desenvolvesse seu potencial artístico no Cinema e na Música. Muitos fãs acreditam que ele tenha barrado um sucesso ainda maior do ator e cantor.

É questionável a acusação de que Parker matou a carreira musical de Presley no início dos anos 60, pois é totalmente possível que sua carreira tivesse definhado de qualquer maneira com a nova onda de roqueiros contraculturais, com cabelos desgrenhados e que escreviam suas próprias canções, como os Beatles e os Rolling Stones.

Elvis não possui nem sequer uma canção de autoria própria – digo, que ele tenha escrito sozinho. Há menos de 10 canções que ele foi coautor com algum compositor. Mas não se sabe qual é o grau de participação nestas canções escritas a duas mãos, pois dizem que Parker também não o estimulava na área da composição musical, preferindo que ele interpretasse músicas de outros artistas e compositores.

4. O Coronel Tom Parker não era coronel

Ele mentiu sobre seu passado militar.

Foto: Reprodução (Tom Parker)

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5. Tom Parker nem sequer era seu nome

O empresário tinha muita resistência quanto a turnês internacionais – em toda a sua carreira, Elvis se apresentou fora dos EUA apenas três vezes e todas elas foram no Canadá. Isto levantou suspeitas sobre o empresário, visto que rejeitou propostas milionárias para turnês no exterior.

Descobriram que ele era um imigrante holandês, chamado Andreas Cornelis van Kuijk e nascido em 1909, nunca se naturalizou como cidadão americano. Como resultado, não podia viajar para o exterior com Elvis – o que interferiu bastante nas turnês do cantor.

Parker imigrou ilegalmente para os EUA aos 20 anos, o que o impedia de tirar um passaporte, aumentando o risco de ser deportado.

6. O retorno de Elvis

No final dos anos 60, a carreira musical de Presley estava em apuros, mas ele mudou o quadro com um especial na TV, uma performance que foi ao ar em 3 de dezembro de 1968 e o levou a tocar para seu primeiro público ao vivo em sete anos. Foi um grande sucesso e surgiram múltiplos convites de outros países para que Elvis se apresentasse em turnê internacional.

Assista Elvis Presley cantando “Trying to Get to You”, ao vivo na TV, em 1968:

Mais curiosidades sobre os problemas que Coronel Parker causou na vida de Elvis você lerá no post part III.

Já leu Fatos intrigantes sobre Elvis Presley: o rei do rock’n’roll – parte I?

Conte para mim nos comentários qual sua música favorita do cantor e quais fatos intrigantes sobre a vida dele deixam você mais chocado.

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10 Cantores que Cresceram na Igreja https://paulamusique.com/cantores-de-igreja-celebridades-que-eram-evangelicas/ https://paulamusique.com/cantores-de-igreja-celebridades-que-eram-evangelicas/#comments Mon, 11 Mar 2019 13:00:03 +0000 http://paulamusique.com/?p=6659 – por Paula Musique – Tenho certeza que você irá se surpreender com algumas personalidades desta lista. Há muitos artistas que tiveram seu primeiro contato com a música através da igreja protestante – seja cantando no coral, tocando na orquestra ou sendo integrante do grupo de louvor. É bastante perceptível a importância que igrejas evangélicas dão à Música. Muitas igrejas estimulam as crianças à música desde pequeninas cantando no cultinho infantil e na EBD...

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Foto: Reprodução || Igreja Batista no interior da Nova Inglaterra (EUA)

– por Paula Musique –

Tenho certeza que você irá se surpreender com algumas personalidades desta lista.

Há muitos artistas que tiveram seu primeiro contato com a música através da igreja protestante – seja cantando no coral, tocando na orquestra ou sendo integrante do grupo de louvor. É bastante perceptível a importância que igrejas evangélicas dão à Música.

Muitas igrejas estimulam as crianças à música desde pequeninas cantando no cultinho infantil e na EBD (Escola Bíblica Dominical). Talvez você, leitor, teve seu primeiro contato com um instrumento musical através do maestro da igreja ou do pastor que o encorajou a aprender flauta doce, violão, clarinete ou violino, por exemplo.

Você sabia que os cantores a seguir já tiveram uma vida na igreja?

|| lembre-se de curtir este post, deixar seu comentário e compartilhar com os amigos ||

1. Elvis Presley

Foto: www.graceland.com

Dentre os artistas listados aqui, certamente a história mais interessante de ligação com o Cristianismo é a de Elvis Presley. Se você tem interesse de saber mais, há muitos artigos interessantes em inglês sobre o assunto e você pode ler algumas curiosidades intrigantes sobre o Rei do Rock and Roll aqui.

Lisa Presley (filha de Elvis) afirmou que, sem dúvidas, o gênero musical favorito do pai era a música gospel. Ela disse que “ele parecia ter mais paixão e estar em paz quando cantava música gospel“. Ele foi criado desde pequeno na Igreja Assembleia de Deus, no Mississippi, mas dizem que o “mundo” foi muito tentador para ele resistir com toda a fama que ele conquistou. Em seus últimos anos, ele disse a um pastor que apesar de tudo, ele vivia uma vida de imensa tristeza, depressão e solidão.


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2. Whindersson Nunes

Foto: www.whindersson.com.br

Um dos principais YouTubers do Brasil e do mundo também foi membro da Igreja Assembleia de Deus (Piauí), dos 7 aos 18 anos, aproximadamente. Ele já apareceu diversas vezes em suas redes sociais tocando e cantando músicas cristãs. Sua mãe, Valdenice, conta que o filho frequentava a Assembleia de Deus, contrariando a tradição da família materna, que sempre foi católica. Em entrevista para o site da Uol já disse que naquela época seguia a Bíblia e não tinha música não-cristã no celular.
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3. Whitney Houston

Foto: www.whitneyhouston.com

Whitney teve um vida complicada e, infelizmente, morreu de forma trágica. Eu morava nos EUA quando ela morreu e os Estados Unidos ficou comovido com sua morte – todos os canais de TV falavam nisto. As pessoas que sonham com a fama querem ignorar o darkside da fama. A fama tem um preço e, às vezes, ele é muito alto. Ela tinha problemas com a mãe, com a filha e com o marido. Quando criança e adolescente ela cantava em uma Igreja Batista em New Jersey, tanto como solista quanto como coralista (há diversos vídeos na Internet se você procurar). Mas assim que as propostas da indústria da música começaram a surgir, ela foi se afastando do Cristianismo.


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4. Dinho – da banda Mamomas Assassinas

Foto: Reprodução

Vocalista da banda, Dinho era filho de pai católico e mãe evangélica. Aos 6 anos já fazia parte de um coral evangélico na igreja, onde aprendeu a cantar. Ele era membro da Igreja Assembléia de Deus de Guarulhos (São Paulo). Ele morreu num acidente de avião com todos os integrantes da banda, apenas 3 dias antes de completar 25 anos.
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5. Katy Perry

Foto: Reprodução

Katy é filha de pastores pentecostais, então passava bastante tempo na igreja. As coisas estavam se encaminhando para que se tornasse uma cantora gospel reconhecida profissionalmente. Ela passou um tempo em Nashville para gravar seu álbum gospel – que vendeu apenas 200 cópias. Mas aos 17 anos, ela se mudou para Los Angeles e tudo mudou rapidamente. Ela gravou a música “I Kissed a Girl” que, obviamente, gerou controvérsia no meio cristão. Ms. Perry se autoconsidera a ovelha negra da família.
Seus clipes são cheios de simbolismo que são, polemicamente, ligados a um possível envolvimento com satanismo e com os illuminati.


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Pausa para os comerciais:

Bíblia King James com Estudo Holman Azul ou Preta

Como sei que tenho um grande público de leitores cristãos, vou sugerir aqui a MELHOR BÍBLIA QUE JÁ VI ATÉ HOJE. Mas se você não é cristão, é legal você ler para ter uma noção de como é o livro-base do Cristianismo. E esta edição Holman é a mais incrível para você ler, pois irá contextualizar tudo para você entender as histórias que ali estão de romance, aventura, drama, suspense, ficção (como as parábolas, por exemplo). Tem letras de música (Salmos escritos pelo Rei Davi), ditados populares (que são os Provérbios escrito pelo Rei Salomão – o homem mais sábio daquele tempo) e até mesmo previsões do futuro (escritas pelo discípulo João no livro do Apocalipse – um livro cheio de mistérios a serem desvendados); enfim, vale a pena a leitura, mesmo que por curiosidade. Eu já li muitos trechos do Alcorão, do Livro de Mórmom, da Torá e Talmud e etc; estudei sobre espiritismo, budismo, taoísmo, confuncionismo, hinduísmo, seicho-no-ie – sim, sou uma eterna curiosa! Porém, a Bíblia com seus inúmeros livros é a que mais me toca, transforma e move minha vida. Compre esta edição e entenda o porquê.

Comprei para mim no site da Amazon, chegou em casa poucos dias depois e em perfeitas condições. Sou compradora do site da Amazon desde 2010. E quando morava nos EUA, comprava taaanta coisa lá e nunca tive problemas com eles. Posso dizer que das compras que fiz com a Amazon Brasil, não tive nenhum problema também. Semana passada, comprei um cabo Anker para meu iPhone e mais uma vez tudo chegou como previsto (na real, chegou 2 dias antes).

A Bíblia KJ Holman é belíssima, com mapas, curiosidades, fotos, explicações dos termos originas em grego e hebraico. Há notas de estudo com informações históricas, culturais, linguísticas e bíblicas que aumentam a sua compreensão dos trechos. Tem quadros organizando as informações para você compreender rapidamente as conexões importantes. Possui introduções que dão uma visão geral dos livros e tem a cronologia que situa o livro em uma estrutura cronológica de eventos bíblicos e eventos da história mundial. É VERDADEIRAMENTE, a Bíblia mais MARAVILHOSA que já li em minha vida. O layout e a diagramação são lindíssimos – até mesmo as cores escolhidas nos cativam a querer ler mais e mais. Presentão para dar a você mesmo ou para alguém que você ama.

6. Aretha Franklin

Foto: www.arethafranklin.net

A rainha do soul começou na música cantando no coral da Igreja Batista. Seu pai, Reverendo Franklin, foi pastor da New Bethel Baptist Church, em Detroit (EUA), por mais de 30 anos. Sua mãe era pianista e cantora, mas faleceu antes da pequena Aretha completar 10 anos. Nesta época ela começou a tocar piano de ouvido. Reverendo Franklin era um pregador muito conhecido nos EUA e recebia visitas de celebridades, incluindo Dr. Martin Luther King Jr. – que ela viria a acompanhar em turnê após ter feito algumas gravações de músicas gospel na adolescência e também viria a cantar em seu funeral em 1968.

Foi em 1961 que Aretha gravaria as primeiras canções não-cristãs. A cantora faleceu recentemente, em 2017.


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7. Jessica Simpson

Foto: Reprodução

Seu pai era psicólogo e pastor de jovens. Ela cantava na igreja e seu primeiro álbum gravado foi de música gospel, mas a gravadora faliu e o trabalho ficou arquivado. Anos depois, Tommy Motolla conseguiu o material da cantora texana e lançou pela Columbia Records.

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8. Avril Lavigne

Foto: Reprodução

Antes de adotar o estilo rebelde adolescente do punk-rock, a cantora canadense também cantava na igreja e cresceu em uma família conservadora. Na adolescência ganhou uma guitarra e começou a escrever suas próprias canções. O resto é história.

Após uma pausa de 5 anos, por estar lutando contra a doença de Lyme, a cantora canadense gravou a canção Head Above Water que reflete esta sua batalha pela vida e que tem tocado em diversas rádios cristãs nos EUA. Avril conta que uma noite, quando estava de cama e com sua mãe ao lado, ela percebeu que estava com dificuldades para respirar. Ela já tinha aceitado que ia morrer e sentiu, naquele momento, como se estivesse embaixo d’água, tentando ir à superfície respirar. Foi quando ela murmurou: “Deus, mantenha minha cabeça acima da água“. A oração virou um hit.


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9. Little Richard

Foto: Reprodução

O cantor e pianista de rock and roll cresceu em uma igreja pentecostal. Aos 84 anos de idade, retornou ao Cristianismo e disse ter um arrependimento: “se pudesse voltar no tempo, teria sido o pregador Little Richard”. Em um entrevista ele disse: “acredito que Jesus voltará em breve”. Durante sua carreira e até mais recentemente, ele tem feito afirmações polêmicas sobre seu estilo de vida e sua fé.
Você acha que não conhece Little Richard? Basta digitar “Tutti Frutti” e você ouvirá uma das canções que introduziram o rock and roll para o mundo.
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10. John Legend

Foto: Sachyn Mital

Nascido em Ohio (EUA), seu avô era pastor, sua mãe era a regente do coral da igreja e sua avó era a organista. Ele conta que todas as semanas estava nos ensaios do coral e depois de um tempo foi contratado para ser o diretor de música da igreja. John atribui seu sucesso na música a tudo o que ele aprendeu na igreja fazendo música gospel.

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Vamos conversar:
E então, você sabia que estes cantores começaram na música na igreja evangélica?

Você sabe de mais algum que não está nesta lista?
Você também deu seus primeiros passos na música em atividades da igreja?

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Quem é o Pianista que mais Ganhou Grammys? – ele está entre os artistas mais premiados da história https://paulamusique.com/pianista-artista-que-mais-ganhou-grammys/ https://paulamusique.com/pianista-artista-que-mais-ganhou-grammys/#comments Sat, 08 Sep 2018 06:23:35 +0000 http://paulamusique.com/?p=6223 – por Paula Musique – Vladimir Horowitz (1903-1989) foi um pianista judeu, nascido na Rússia e reconhecido com um dos maiores virtuoses do piano no século XX. Admirado por sua precisão técnica e pela expressividade em sua dinâmica, Horowitz é o pianista mais premiado da história do Grammy – apelido para o nome original ‘Gramophone Awards’ – por isso a estatueta é um gramafone. Este pianista recordista levou 25 GRAMAFONES para casa. Sim, 25...

O post Quem é o Pianista que mais Ganhou Grammys? – ele está entre os artistas mais premiados da história apareceu primeiro em Paula Musique.

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– por Paula Musique –

Vladimir Horowitz (1903-1989) foi um pianista judeu, nascido na Rússia e reconhecido com um dos maiores virtuoses do piano no século XX. Admirado por sua precisão técnica e pela expressividade em sua dinâmica, Horowitz é o pianista mais premiado da história do Grammy – apelido para o nome original ‘Gramophone Awards’ – por isso a estatueta é um gramafone.

Este pianista recordista levou 25 GRAMAFONES para casa. Sim, 25 grammy awards para um pianista de música erudita. O diferencial do Grammy é que ele é o prêmio mais importante da indústria fonográfica mundial e os artistas premiados são escolhidos pelos membros da Recording Academy que reúne músicos, engenheiros de som, produtores musicais, compositores e técnicos. A cerimônia do Grammy acontece anualmente em reconhecimento à excelência do trabalho no âmbito de conquista artística, quanto ao destaque técnico e a excelência na indústria musical. Não se leva em consideração o número de álbuns vendidos ou quantas vezes o artista apareceu na lista de hits do mês.

Horowitz está entre os 6 artistas mais premiados pelo Grammy. Isto mesmo! Ele empata com Stevie Wonder e supera pessoas como Beyoncé e Kanye West até o presente momento.

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O pai de Horowitz era engenheiro eletricista e sua mãe era pianista profissional e professora no Conservatório de Kiev – onde ele viria a estudar já aos 9 anos de idade. Aos 11 anos, ele conheceu Alexander Scriabin com quem viria a tocar. Em 1920, ele se formou no conservatório e naquela época sua família ficou muito mal, teve seus bens tomados pelos bolcheviques – até o piano de Horowitz foi levado. Em 1922, ele fez 22 concertos em Leningrado (São Petersburgo), sendo pago com comida, em vez de dinheiro. Em 1926-27, fez 69 concertos na Europa. Sua estreia nos EUA aconteceu em 1928 com a Orquestra Filarmônica de NY, executando o Concerto N.1 de Tchaikovsky. Sua carreira continuou deslanchando e ele chegou a se tornar grande amigo de Rachmaninoff que chegou a admitir que Horowitz conseguiu superá-lo na interpretação de uma sua própria obra, o Concerto para Piano N.3 de Rachmaninoff. Em 1933, ele conhece o maestro italiano Toscanini e casa-se com sua filha, Wanda.

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Curiosamente, ele teve que fazer alguns intervalos durante sua carreira, principalmente nos anos de 1953-1965 e 1969-1974 por sofrer com ansiedade e depressão. Às vezes, tinha medo de palco e precisava ser “empurrado”. Entretanto, um vez sentado ao piano, arrasava! Era excelente com sua articulação clara e belo fraseado. Em 1986, fez uma turnê na Rússia para onde ele levou o seu piano Steinway num estojão a prova de balas. Todos os ingressos para os concertos em Moscou e São Petersburgo ficaram esgotados meses antes de sua chegada ao país.

Horowitz teve um ataque no coração e faleceu no dia 5 de novembro de 1989, em New York. Foi sepultado no túmulo da família Toscanini, em Milão, na Itália.

E agora que você pôde conhecer um pouco sobre a vida deste fantástico pianista, um dos maiores de todos os tempos, ganhador de 25 GRAMMY AWARDS, vale a pena conferir algumas de suas interpretações.

=== Você já havia ouvido falar de Vladimir Horowitz? Caso já conheça seu trabalho, o que mais você sabe sobre ele? Se nunca ouviu falar, será que é porque a música erudita não recebe espaço suficiente na mídia? Participe respondendo nos comentários. 

Leia sobre Sarah Chang, uma das melhores violinistas do mundo, aqui

E sobre as vantagens de quem lê partitura

E sobre Maria Callas, La Divina Diva da ópera

Horowitz ao piano, em 1943, em gravação ao vivo do concerto com Arturo Toscanini (seu sogro) na regência da Orquestra Sinfônica da NBC, no Carnegie Hall:

Fantasia-Improviso Op. 66, de Chopin:

Au Bord d’une Source, de Liszt:

Aqui, ele tinha 83 anos e, sem partitura, executou a Polonaise em Lá Bemol, Op.53 (Heróica), de Chopin, brilhantemente:

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Maria Callas: La Divina Diva da Ópera https://paulamusique.com/biografia-maria-callas-la-divina-diva-da-opera/ https://paulamusique.com/biografia-maria-callas-la-divina-diva-da-opera/#comments Mon, 07 May 2018 02:09:45 +0000 http://paulamusique.com/?p=5348 É uma grande responsabilidade escrever sobre uma das melhores cantoras de ópera e que também é uma das mais polêmicas de todos os tempos. Posso afirmar que Maria Callas conheceu a glória e a solidão; o prestígio e a rejeição – conheça a arte e a vida da diva. – por Paula Musique – Farei este texto de forma inversa: em vez de começar com a biografia e finalizar com minha opinião, vou iniciar...

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É uma grande responsabilidade escrever sobre uma das melhores cantoras de ópera e que também é uma das mais polêmicas de todos os tempos. Posso afirmar que Maria Callas conheceu a glória e a solidão; o prestígio e a rejeição – conheça a arte e a vida da diva.


– por Paula Musique –

Farei este texto de forma inversa: em vez de começar com a biografia e finalizar com minha opinião, vou iniciar expondo minha impressão sobre a diva La Divina, baseada no que já li, assisti em vídeos/entrevistas e ouvi em aulas de Música no passado. E, a seguir, descreverei fatos e “fofocas” sobre a vida dela para que você tire suas próprias conclusões; lembrando que, em verdade, só quem viveu e sentiu os acontecimentos pode ter uma opinião mais próxima da realidade. Nós, aqui, ficamos somente com os achismos mesmo.

Ela me parece ter sido uma mulher brilhante, com uma personalidade entendida como difícil por alguns, mas foram estes mesmos traços de personalidade que refinaram sua arte, tornando-a La Divina. Apesar de eu não concordar com a forma como ela lidava com relacionamentos amorosos, ela era muito inteligente, detalhista em sua arte, exigente como professora, uma poliglota sempre respondendo com sagacidade aos entrevistadores que tentavam a encurralar; ela não perdia a classe e respondia “na lata”, com muita franqueza. Sua interpretação era meticulosa tanto na parte musical como na parte teatral. Acredito que sua infância difícil, sua convivência turbulenta com a mãe e também o rompimento com Onassis (um dos homens mais ricos do mundo na época – que em seguida casou-se com Jaqueline Kennedy) possam tê-la tornado uma mulher amarga. A fama sempre teve seu preço e não foi diferente na vida de Callas.

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Com Marilyn Monroe

VAMOS AOS FATOS (E ÀS “FOFOCAS”)

Nascida Maria Anna Sophie Cecilia Kalogeropoulos, em Nova Iorque, no ano de 1923, filha de pais gregos, a sua vida dentro e fora dos palcos fascinava o público, seja pela intensidade psicológica e plenitude vocal da interpretação de seus papéis, seja por sua polêmica vida pessoal. Em 1937, Maria Callas, sua mãe e irmã deixam os Estados Unidos e retornam à Grécia, devido às dificuldades financeiras e o divórcio dos pais. Lá, estudou canto no Conservatório de Atenas, com a soprano coloratura Elvira de Hidalgo.

Com o reconhecimento de suas habilidades, ela passou a interpretar, nos principais palcos da ópera no mundo, papéis importantes, tais como:
– Norma, de Bellini;
– Macbeth, de Verdi;
– Tosca, de Puccini;
– Carmen de Bizet,
– Turandot, de Puccini;
– Amina (La Sonnambula), de Bellini;
– Violetta (La Traviata), de Verdi;

e outros.

Como Norma de Bellini

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O auge de sua carreira foi nos anos 50, quando era a rainha absoluta do legendário La Scala de Milão, seu palco-base. Mas ela brilhava para outras audiências ao redor do mundo, como: London’s Royal Opera House, The New York Metropolitan Opera, Paris Opéra, The Vienna State Opera; além de casas de ópera em Chicago, Dallas, Houston, Lisboa, Cidade do México, São Paulo e Rio de Janeiro.

Ela era casada com o empresário G. B. Meneghini, homem muito mais velho do que ela e que foi fundamental no sucesso da carreira dela. Já estava casada havia 10 anos, quando em 1959 iniciou um caso de amor com o magnata Aristotle Onassis (também grego e também casado), sua carreira desacelerou e sua voz tornou-se mais frágil. Onassis não apoiava sua carreira na Música. Suas apresentações e gravações começaram a ser menos frequentes, quando tinha apenas 42 anos. Em 1968, após nove anos em um relacionamento turbulento com humilhações e traições, sua relação com Onassis se desfez, quando ele a abandonou para casar-se com Jacqueline Keneddy, a viúva do presidente John Keneddy. Maria ficou muito mal e decidiu não casar-se mais. Teve outros relacionamentos, mas não deram certo.

Olhando assim, parece tão angelical… ;)

Seu timbre era considerado não muito “bonito” por alguns críticos que a comparavam com a beleza “convencional” no canto operístico; entretanto, o poder e profundidade de sua interpretação somados à musicalidade de seus fraseados, minuciosamente executados, renderam-lhe o título de La Divina. Ela trazia os personagens à vida e foi a cantora lírica mais aplaudida e noticiada do século XX.

Apesar de fazer algumas poucas aparições musicais no final de sua vida, em 1974 fez sua última turnê, com o tenor Giuseppe di Stefano.

Callas morreu sozinha em seu apartamento em Paris, em setembro de 1977, aos 53 anos.

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10 CURIOSIDADES SOBRE MARIA CALLAS

1. UMA INFÂNCIA INFELIZ

Callas sempre falava de sua infância infeliz. Depois que sua mãe viu o talento de Maria para a Música, a menina de cinco anos foi empurrada para aulas de canto. Quando o casamento de seus pais faliu, Maria foi para a Grécia com sua mãe e irmã. Lá ela recebeu sua educação musical.

Com a família

2. ALUNA EXEMPLAR

A professora de Callas descreveu-a como “uma estudante modelo, fanática, intransigente, dedicada aos seus estudos de corpo e alma. Seu progresso foi fenomenal. Ela estudava cinco ou seis horas por dia. E dentro de seis meses, ela estava cantando as árias mais difíceis do repertório da ópera internacional com a maior musicalidade”.

3. A HORA DA VIRADA

O grande ponto de virada em sua carreira ocorreu em Veneza, em 1949, quando Callas foi chamada para cobrir um papel de soprano em I Puritani. Ela teve apenas seis dias para se preparar – e triunfou. Dois anos depois, ela estreou no La Scala de Milão e o teatro se tornou seu lar artístico, seu palco-base nos anos 50.

4. ERA MUITO MAIS INTELIGENTE

O diretor do The New York Metropolitan naquela época diria mais tarde que Callas foi a artista mais difícil com quem já trabalhou, “porque ela era muito, muito mais inteligente“. Com outros artistas você conseguia fazer o que quisesse com mais facilidade. Mas com a Callas você precisava argumentar e tentar convencer. Ela sabia exatamente o que ela queria e porque ela queria“.

Como Turandot de Puccini

5. CONQUISTANDO SUA REPUTAÇÃO

A estréia de Callas no Metropolitan Opera, em NY, abrindo a temporada com Norma de Bellini, em 29 de outubro de 1956, foi precedida por uma polêmica matéria de capa na revista Time, que falava sobre seu temperamento complicado, sua suposta rivalidade com a soprano Renata Tebaldi e seu difícil relacionamento com sua mãe.

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6. CALLAS EM SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO

A temporada lírica de 1951 trouxe Maria Callas aos palcos de São Paulo e Rio de Janeiro, para inaugurar a temporada paulista, no dia 28 de agosto, com a ópera “Aida”. No entanto, devido a uma súbita indisposição da cantora, de última hora, o empresário Alfredo Gaglioti viu-se obrigado a substituí-la pela soprano Marina Greco – que se encontrava na platéia. Callas começou suas performances apenas no dia 7 de setembro, com a ópera “Norma” e arrebatou o público paulista dois dias depois com “La Traviata”, sob regência de Tulio Serafim. No Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Callas interpretou “Norma” no dia 12 de setembro. E em um concerto beneficente dois dias depois, apresentou-se cantando árias de Verdi.

7. A FAMOSA RIVALIDADE COM RENATA TEBALDI COMEÇOU EM TERRAS TUPINIQUINS – AQUI NO BRASIL

Em 1951, Renata Tebaldi e Maria Callas foram agendadas para uma apresentação no Rio de Janeiro. Embora as cantoras tivessem concordado que nenhuma delas cantaria um “bis”, Tebaldi cantou dois “bis” e Callas teria ficado furiosa, pois após cantar sua última peça do repertório planejado, ela se despediu da plateia sem cantar “bis” algum. O fato de Tebaldi não ter cumprido com sua palavra iniciou uma disputa muito comentada entre as duas sopranos, embora nunca tenha sido claro quão intensa era a rivalidade.

8. CHAMPANHE X COCA-COLA

Outro conhecido incidente entre Callas e Tebaldi se refere a quando Callas disse que comparar sua voz com a voz de Tebaldi era a mesma coisa que comparar champanhe à Coca-Cola. Como réplica, Tebaldi disse que o champanhe costuma azedar. No entanto, Tebaldi sempre minimizou a suposta rivalidade e o marido de Callas alegou que era invenção do pessoal de marketing das gravadoras – que pretendiam manter as duas cantoras nas manchetes.

Antes de perder peso

9. LUTA CONTRA A BALANÇA

Callas transformou-se de uma mulher pesada em uma esbelta e glamourosa cantora, após uma perda de peso significativa, já na metade de sua carreira. Dizem que isto pode ter contribuído para seu declínio vocal e o fim prematuro de sua carreira.

10. CASO AMOROSO

O caso entre Callas e Onassis foi, inicialmente, mantido em segredo, já que ambos eram casados. Mas, assim que ficaram livres e poderiam casar, Callas recebeu um golpe doloroso e inesperado quando Onassis decidiu casar-se com Jacqueline Kennedy, viúva de John F. Kennedy, em vez dela.

Com Onassis

Maria Callas, que morreu há 40 anos, era – e ainda é – uma das mais famosas cantoras de ópera da história. Ela também foi uma das estrelas mais glamourosas do seu tempo e levou uma vida que provou ser tão dramática quanto qualquer um dos personagens que ela interpretou no palco.

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A seguir, você pode conferir uma seleção de vídeos de destaque com La Divina:

Você conhecia La Divina Diva? Tem outros artistas que, apesar da vida controversa, você admira suas músicas? Quais?

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